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28 de junho de 2013

O Maligno espírito da Realidade



Pensamentos suicidas rondam sua mente,
sorte de injúrias, solidão, solitude e trevas.

O que ainda é capaz de sentir?
Felicidade alguma?
Verdade qualquer?
Não sei, talvez nunca saberemos...
O que tu julgas contente hoje, por si só,
amanhã será tomado por sentimento de pura nostalgia.

Hoje é o ontem inesperado pra ti...
E o amanhã é a sentença do destino,
um dia, terás o merecido.

Logo o tempo se torna indescritível
e a vontade de continuar se desvanece.

Dúvidas, incertezas, pessimismo.

Preso num lugar do qual jamais
poderemos sair...

A covardia toma por completo nossos corações,
e a tristeza obtêm a moradia da minha alma despedaçada.

Quando juro a mim em desgraça ver alguma maravilha
eis que acordo de um sonho vivido em sentido insípido
e reparo que nossa linguagem é com uma luz escura,
acordando, porém sempre inexistente...
Jamais poderia existir, até a hora da minha morte.

Pobres, malditos, fracos porém esperançosos,
somos nós, você, eu, meu único amigo...
A ti desejo que a luz obscura se torne algo
que ocupe o existente que forma a própria luz.

Porque devemos seguir sem destino?
É este o destino, vivermos, o cego?
Talvez o sentido seja tudo que temos,
por quanto minha alma está danificada,
neste momento, eu sou você, e você me tem,
o maligno espírito da realidade.

Hugo Haizer

3 de março de 2012

ARREPENDIMENTOS



Desistir é lamentável,
Você percebe coisas,
Coisas... Que o, então passado
não mostrava como antes...

O amor se tornou poético,
E as decisões vulneráveis
ao passado...
Cada passado torna
uma mente insana,
Uma mente arrependida,
Ou aliviada.

Arrependimentos,
Tarde pra mudar...
Meus atos estúpidos,
Minhas palavras,
Engraçado ou não,
O destino é irônico,
me trouxe até aqui.

A vida sempre continua,
com marcas físicas, ou não,
Continua,
Pela necessidade de existir,
de prosseguir...

Me desculpe.

7 de setembro de 2011

Do outro lado da Porta


Do outro lado da Porta...

Ouço o som da morte me chamando...
A porta retringe meu eu ao inevitável,
Sei... Cedo... Tarde, que seja, terei que sair.
Sei que o mal está lá, batendo a porta,
Como ventos ou almas perdidas.
Do outro lado da Porta...
O Mal ao qual temo encontrar, bate,
E o conhecer que tanto, sempre busquei
Agorta temo achar.

Apresso, abro a porta,
E encontro o vazio,
Escuridão...

25 de maio de 2011

ALGO


Nesta manhã fria e solitária,
Sobre o som da chuva,
efeito dos carros,
reflito...

O amor acorda cedo do outro lado da cidade,
aonde não mais estou,
Que após esta noite de tempestades
me fez voltar as pressas,
Para estas tempestades
não mais ter que enfrentar,
para o meu próprio bem...

Algo falta.
DESTINO ABRUPTO

Tudo parece no lugar certo agora,
Quanto perco o meu desejado amor,
O tempo não perdoa minhas mágoas,
Não existe misericórdia alguma.

Confiro minha insignificancia
nestes momentos de dor,
Não possuo nada, nada tenho,
senão o vazio que se inflama,
em formatos de lágrimas,
extendidas sobre o mar,
em nome do amor...

Quão estúpido pudi ser...
Esqueci-me,
O destino é abrupto,
e consigo, a felicidade.

Sempre.

25 de janeiro de 2011


VERBOS DA MORTE
Numa vida passada
ou somente uma sensação errada...
Sonho, ou imaginação?
Ainda não sei ao certo...
Sei que a sensação
de que um dia 'morrerei'
é quase insuportável por alguns segundos,
não poderia explicar.

Tudo em um conformismo raro,
Se desfaz, a própria vida...
Tudo aquilo que teve um pleno valor,
um dia...
Agora, um verbo silenciado sobre o jardim.

Um novo dia pode começar,
sem saber de onde vim,
para onde irei, escrevo pois,
enquanto vivo, verbos.
Pensamentos que parecem ecoar
sobre o profundo desespero
nos segundos em que penso...
Sombrios minutos de incompreensão...

Os dias correm com o tempo...
Em seus valores, algo concreto,
absoluto, porém, me questiono...
Somos mortais? Ou infinitos?



REALIDADE INCOMPLETA
Há quem viva uma falsa realidade que penso...
de felicidades e amores incompletos...
Sem cores por si só...
Sonhos inperceptíveis de um
vazio abstrato incomparável...
Apreciando o inadimirável vivo eu...
Olhando nos olhos daquelas estranhas almas
numa avenida qualquer.

19 de agosto de 2010

Poesia: Nostalgia



NOSTALGIA

Num dia frio, comum....
Ouço uma pacífica música, familiar...
Então abro um bom livro
E leio algumas páginas...
Mas repentinamente...
Um doce e triste sentimento me toma por completo...
Vejo a chuva gelada caindo pela janela...
Gotas e gotas de pura nostalgia...
Me torno um velho à morte...
Triste e incompatível me sinto.

Minha vida então parece um abrupto fim
De uma doce e confortável sinfônia que ouvia...
Não há razão alguma que me salve.

Tudo que me resta é a solidão
E este livro em minhas mãos...
O Frio é o que pouco me desfoca da saudade,
A Tristeza, o inafastável...
O Pensamento, o inpensável,
E a Nostalgia, uma inocente lágrima perdida, sem volta.


.

18 de agosto de 2010




DIAS TRISTES
Os dias se tornam tristes...
Me relembro da vida que logo passa...
Então me ponho em silêncio novamente.

Palavra alguma poderia expressar.

Meu sorriso é a nuvem de um céu limpo,
A felicidade, minha sonolência
nesta grande cidade (impetuosa).

Não vejo pássaro algum nessa árvore sem sombras.
O vento me conspira à Justiça,
forte motivação de um pobre indefeso...

Mas se desfaz de qualquer maneira tudo que imagino...
E então, permaneço sentado, olhando para o chão,
neste vivo mar de pessoas normais.

17 de agosto de 2010




ALCANCE


Assisto quieto as estrelas, em silêncio,
tendo ao meu lado somente o vazio da escuridão...
Então tudo parece desaparecer, quaisquer outras estrelas
quando me foco em uma delas, a única que contemplo.
Logo penso na conquista... Nem sequer cheguei perto...
Não que não queira, não que tenha medo...
Nunca consegui te esquecer...
Mas parece como que o que busco é aquela velha estrela lá no céu,
nem tão perto que possa tocar ou longe que não possa vê-la,
somente em evidência, não ao meu alcance...


.


AMANHÃ

As pessoas andam sem pensar em um amanhã
nas ruas das Avenidas, que permanecem abarrotadas...
O Sol ilumina enquanto as borboletas voam...
Mas interruptamente,
Ouve-se o som da chuva que cae como uma cachoeira...
As pessoas correm pelo amanhã,
As Avenidas tornam-se então noturnas,
O Sol é agora oculto pelas nuvens,
E as borboletas seguem com o vento, sem amanhã.


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Poesia: Lua Romântica



LUA ROMANTICA


As ruas estavam tenebrosas, sem vida alguma...
Os céus, insignificativos em si...
As casas, mortas pelo silêncio,
E a Lua retratava a solidão e o romance...
Então logo as luzes retornam a cidade.
As ruas iluminam novamente o caminho,
O céu se desvanece das estrelas...
As casas se tornam vivas novamente,
E a Lua permanece solitária, mas sempre romântica.


.
TODOS NÓS VIVEMOS AQUI (NO PLANETA TERRA)

Nós, os seres humanos somos hoje Bilhões...
Cada um de nós vive em busca de ideáis semelhantes;
O Sucesso, a Felicidade, o Amor, a Liberdade e Oportunidades...
Alguns de nós vivem e morrem por seus sonhos, embora outros sequer sonhem...
Com o passar do tempo alguns vão pensar, relativamente cedo ou tarde,
que a vida a qual vivemos não é o verdadeiro sinal de um propósito maior
e pouco se torna sagrada, em toda sua existência. Não é verdade.
O claro propósito da vida é sermos felizes...
As maiores chaves para (qualquer) o sucesso são a fé, perseverança e desempenho.
As chaves da felicidade são se amar e amar ao próximo, logo sendo amado, será feliz.
As chaves para o sonhado amor é o tentar e o buscar. Então seja feliz.
A principal chave para a liberdade é o reflexo de pensamentos de esperança e fé.
Quanto as Oportunidades... Fomos criados, aqui, agora. Você e eu temos a maior
oportunidade de todas, a oportunidade de viver livremente, um previlégio inestimável.
Alegre-se, você não está só, afinal, todos nós vivemos aqui no planeta Terra.

A BELEZA DO SORRISO

O sorisso é a beleza,
pura expressão da felicidade,
o sentir e o esquecer...
O Abraço, a despedida e comprimento,
demonstração de afeto,
saudação e carinho...
Sorria! Abrace o sorriso
e sorrie pelo abraçar.


Poesia: Sombra de um Horizonte...



SOMBRA DE UM HORIZONTE...

A Sombra ao meu lado permanece....
como uma velha e consequente profecia,
Meus pés trilham o futuro,
incerto sigo...Sem amor ou carinho à trocar...
Minhas mãos tocam suas sombras,
meus pés, cansados,
já não conseguem pisar mais este chão...
Cansado...
De seguir em busca do amor.
Mas meus olhos vêem...
Vêem o inevitável que se passa,
Um novo horizonte começa.


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