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28 de julho de 2010

Poesia: Oceano de Ventos



OCEANO DE VENTOS


Como numa noite fria
Sobre a Sinfonia do Silencio...
Vejo as folhas que caem
de uma árvore cansada...
Olho para a escuridão do céu profundo...
Vejo as estrelas,
que brilham pulsantemente,
como uma declaração...
Ouço os aviões que passam perto...
E ouço os grilos inquietos,
...Solitários...
Logo, vejo nuvens sobre o (então) raso céu...
E sinto um Oceano de ventos
que vem sobre mim...
Inquietando a Sinfonia do Silêncio
e levando as folhas que restavam
daquela velha árvore...
Dissipando a escuridão do céu
e ocultando o brilho das estrelas,
juntamente com a declaracão
de grandeza do criador...
Os aviões encontram seus destinos...
E os grilos que são levados pelo vento
sem destino, encontram seus amores.


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