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7 de setembro de 2011

Do outro lado da Porta


Do outro lado da Porta...

Ouço o som da morte me chamando...
A porta retringe meu eu ao inevitável,
Sei... Cedo... Tarde, que seja, terei que sair.
Sei que o mal está lá, batendo a porta,
Como ventos ou almas perdidas.
Do outro lado da Porta...
O Mal ao qual temo encontrar, bate,
E o conhecer que tanto, sempre busquei
Agorta temo achar.

Apresso, abro a porta,
E encontro o vazio,
Escuridão...